: a Dama da cena :
De passagem pelo mundo. Tentando acreditar que há uma melhor maneira para fazer isso. Tentando encontrá-la. Tentando entendê-la. Inquieta. Insegura. Às vezes calma demais e quando me dou conta já é o mundo que está passando por mim.
I'm waiting for a day I don't even know if it exists. Missing someone I've never met. Looking for something I have no idea what and where it could be. Just in case it is. Is it? “I still haven’t found what I’m looking for”.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Tempo
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Personal Bubble Space
OK. The thing is:
I'm, literally, a large person. So I NEED a large personal space and you would need a LARGE effort to invade it and get into my bubble.
But I do believe you could gently do that at some point.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Exemplar Disponível Ao Roubo
É politicamente rebelde.É um homem de repetições sem propósito
E de métodos que não se sabe definir se arcáicos ou modernos
Pelos efeitos que nos causam.
Miguel quer esquecer os dezembros.
Suponho que tal mês o remeta a uma louca solidão,
Como a de um pombo que vive numa praça de Londres.
Miguel é inseguro e "sangra dúvida".
É sagaz e nada fugaz.
Miguel é exótico!
É mentiroso, mas é romântico...
Feliz de Marina que recebe a libertinagem erótica de Miguel.
Feliz o acaso,
O mar e o lar.
Feliz alcova
Que aninha Miguel, Marina
E toda a Irmandade.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Decepção
Sobre a minha insilenciável decepção com os homens durante o ano que passou, e mais uma vez, os digo:

Gostar de verdade de futebol
Ouvir músicas variadas
Ser ciumenta, mas ser discreta
Não ter medo de barata
Não fazer questão de que abram a porta
Não pedir que carreguem o peso
Dividir a conta
Não querer ir fazer compras
Não beber
Beber
Dirigir
Ir a Amsterdã
Ir ao Encontro de Jovens com Cristo
Falar três línguas
Trabalhar
Querer receber uma nova família
Gostar de crianças
Escrever poemas
Cozinhar
Lavar
Querer viajar
Achar o maior charme dormir em barracas
Ser, literalmente, flexível
Quase nunca ter dor de cabeça
Ser sincera ao falar de sentimentos
Ser uma princesa
Não ser uma princesa...
Para (a maioria d)os homens, nada disso tem mais importância do que um corpo magro, um cabelo bem arrumado, um rosto maquiado, um pescoço perfumado e um par de seios a mostra.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Sobre meu Natal

Por inspiração de minha querida amiga Karine Colen eu gostaria de justificar o fato de eu não mais gostar de Natal:
“Natal pra mim é uma data bem triste, é quando as pessoas lembram o quanto é importante ter uma família e o quanto cada um que já se foi ou que não está por perto faz falta dentro de nós. Aparecem os choros, os abraços que não foram dados o ano todo, as palavras de carinho que deviam ser ditas no dia-a-dia...”
Eu sinto falta de ter uma família e de poder ter por perto as pessoas que são importantes. Qual é a dificuldade de demonstrar carinho no dia a dia? Falta coragem? Tempo? Ou falta mesmo carinho? Sim... Porque se o que falta é carinho, aí está tudo explicado! E o que resta para a noite de Natal é um turbilhão de falso sentimentalismo ou de pura hipocrisia.
A magia do Natal, para mim está neste momento em que as pessoas se olham, se abraçam, se perdoam, conversam e se amam como em nenhum outro dia do ano. Natal é sim uma data especial. Fato! Palavra de quem consegue ser sensível todos os dias do ano. O que quero dizer com isso? Que eu que não costumo perder a chance de demonstrar carinho. Portanto, eu me perguntei hoje pela manhã qual seria o sentido deste Natal para mim.
A minha proposta para o ano que acabou de passar tinha mesmo sido tentar ser mais egoísta, me (pre)ocupar mais comigo e de mim mesma. Com isso, abraços deixaram de ser dados, cartas deixaram de ser escritas, aniversários deixaram de ser celebrados, visitas deixaram de ser feitas, amigos deixaram de ser acompanhados, ligações deixaram de ser feitas, e-mails deixaram de ser respondidos, colegas deixaram de ser levados a sério, pessoas pararam de ser tão admiradas, estrangeiros deixaram de ser amados, favores deixaram de ser feitos e a tolerância, bem como a paciência, tiveram limites. Não amei ninguém menos devido tal escolha, mas tenho a certeza de que fui menos amada. Me senti menos amada, mas aprendi a me amar mais. Contudo me amei sozinha. E, por isso, também hoje quis avaliar se o meu auto investimento valeu a pena.
Eu não sei.
O que me falta não é coragem, tempo nem disposição para demonstrar mais amor aos que estão sempre comigo. Falta é estímulo! Falta que as pessoas tenham paciência, tolerância, carinho, consideração e respeito. Não exijo que sejam na mesma medida, pois aprendi, com uma pessoa muito especial, que nunca devemos esperar que os outros nos amem com a mesma intensidade e da mesma maneira como as amamos. O que eu espero, sempre esperei e continuarei esperando é que, de alguma forma, todo o amor que sinto, todo o carinho que demonstro, toda a preocupação e zelo que sinto fossem recíprocos.
Se você de alguma forma sentiu a minha falta ao longo deste ano, tenha a certeza de que não foi recíproco. Se foi, perdão... Eu não senti o suficiente. Eu esperava mais de você, mas nunca pude cobrar.
O que espero do Natal é o que espero todos os dias ao sair da minha cama ou chegar cansada em casa. É que seja verdadeiro, intenso e recíproco.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Ainda sem entender
sábado, 15 de outubro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Encontro de amigas
- Agora é a vez da Luana.
- Bem... Eu não marquei o meu noivado, não sei quando vou me casar, não decidi onde vou morar, nem fui promovida.
- Você é como a mulher do livro, amiga.

