sexta-feira, 27 de março de 2009

Sou Galo!

E que jamais duvidem das minhas virtudes atleticanas por aí.
Fonte: álbum do Elvis.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Mas também não me irrite!

Está explicado o mau humor de segunda-feira.

Meu corpo insiste em ser estranho, tão estranho quanto a mente. Tratamento nenhum me dá jeito mesmo não.

Procurei na bula do remédio algo que explicasse a anormalidade e nada... Só mais um motivo para me irritar.

Não gosto de demonstrar minha irritabilidade, mas às vezes é fácil demais percebê-la. Falo demais! Faço tudo e nada. Fico inquieta e tendo a fazer coisas das quais seguramente me arrependerei depois.

Ontem ao chegar em casa reli com carinho a bula na expectativa de achar uma justificativa real (uma que fugisse à que eu temia ter). Achei! “Causa comum: irritabilidade”. Além disso, “mudança de apetite”. Ao final recomenda-se que eu procure meu médico para excluir qualquer patologia orgânica. Ótimo! Era tudo o que eu queria! :/

Passei a noite pensado nisso, nele, na resposta dele, na relação estabelecida até então, no carro, nos anjos da guarda, na prueba de español, no homework não feito por incapacidade de concentração, no outro e em como me livrar de tudo isso. Nem me lembro quando adormeci. Devo ter me cansado de tentar a todo custo entender o motivo de tamanhas coincidências. Elas me perseguem. Não param nunca de acontecer. Todos os fatos estranhamente entrelaçados de forma tal a dar nós cegos na cabeça de qualquer ser pensante. Na minha pobre cabecinha então...

Não por acaso eu não acredito mais em acaso. Sei que para tudo tem uma explicação que seja a menos plausível ou a mais abstrata. Há!

Arrematando o ciclo de estupendas coincidências recebo, entre outros, um e-mail nomeado TPM que apresenta o chocolate como sendo a solução para todos os problemas.

Gosto de chocolate como gosto de alface. Pra ser muito sincera, na companhia de sal e limão fico com a alface (principalmente se for macho). Estranhamente quis comprar um bombom, o que é de imensa estranheza. Já comi chocolate três vezes essa semana. Coincidentemente também fui flor três vezes. Diabos de coincidências! Não gosto de flor, não gosto de chocolate! Estão querendo me irritar ainda mais?

E as pastas que não chegam? Os livros que não tenho tempo de ler? O almoço que não tive nenhum dia da semana com sossego? O pernilongo que não sai da minha orelha? O ladrão que roubou justamente o carro que estava atrás do meu? O cabelo que há meses não corto? A insistência de um? Displicência de outros? E por que só eu não fui ao show do Radiohead? Chatice!

Com tanta resposta para procurar queria muito ser inocente o suficiente para voltar a acreditar em coincidências.

terça-feira, 24 de março de 2009

Se...

Se... Ah! Se eu tivesse uma varinha de condão... Se eu tivesse. Ai, ai.

domingo, 22 de março de 2009

Para ele.

Gosto tanto das minhas paixões inventadas. Às vezes penso que é falta do que fazer ou me sinto envergonhada por ser tão boba. Mas, sabe de uma coisa? Eu adoro sonhar e desejar pessoas que mal sabem disso. Isso me faz bem e me livro de cobranças, compromissos e decepções.

Essa noite sonhei com ele. Sonho pra lá de estranho! Pensando nele a manhã toda e tentando descobrir o que aquele sonho queria me dizer me veio essa música de repente. Sensação gostosa de não estar nem aí. Dormir, sonhar acordar e quando penso que não está tudo deliciosamente na mesma. Orgulho de saber me virar sozinha e não precisar de alguém. Não precisar de alguém pra amar e ainda assim saber fazer isso com tanta delicadeza.

Apenas Mais Uma de Amor

Lulu Santos

Eu gosto tanto de você Que até prefiro esconder Deixo assim ficar subentendido Como uma idéia que existe na cabeça E não tem a menor obrigação de acontecer

Eu acho tão bonito isso de ser abstrato, baby A beleza é mesmo tão fugaz É uma idéia que existe na cabeça E não tem a menor pretensão de acontecer

Pode até parecer fraqueza Pois que seja fraqueza então A alegria que me dá E se vai sem eu dizer

Se amanhã não for nada disso Caberá só a mim esquecer (e eu vou sobreviver) O que eu ganho e o que eu perco Ninguém precisa saber

Eu gosto tanto de você Que até prefiro esconder Deixo assim ficar subentendido Como uma idéia que existe na cabeça E não tem a menor obrigação de acontecer

Pode até parecer fraqueza Pois que seja fraqueza então A alegria que me dá E se vai sem eu dizer

Se amanhã não for nada disso Caberá só a mim esquecer (eu digo vai doer) O que eu ganho e o que eu perco Ninguém precisa saber

Eu acho tão bonito isso de ser abstrato, baby A beleza é mesmo tão fugaz

É uma idéia que existe na cabeça E não tem a menor pretensão de acontecer

DICA: agora leia só as palavras em destaque

Radiohead.

Quis muito. Muito, muito, muito mesmo ir aos shows do Radiohead ou ao menos a um deles. Quis tanto que dava medo de querer.

Quando tive a confirmação de que era mesmo verdade lembro-me que cheguei em casa e fui direto para o computador fazer as contas do mês para verificar a possibilidade financeira de presentear-me, mas aquele definitivamente não era um bom mês. E o pior é que eu sabia que os próximos também não seriam.

Era possível planejar e realizar aquela vontade, mas eu já tinha tantos planos. Estava empolgadíssima com a idéia do carro e ele era, de fato, o centro das atenções embora a tentação ao show fosse forte como há muito não era em relação a show algum. Pra ser sincera nem me lembro qual foi o último show que fiz questão de ir.

Lembro-me também de ter namorado o site que vendia os ingressos por horas no dia em que soube que já estavam à venda. Vontade enorme de clicar comprar e só depois pensar no que tinha feito.

Não seria nada tão difícil assim. Em partes me sinto arrependida por não ter encarado. Vários dos meus amigos foram. Companhia não seria problema. Além do mais seria uma ótima oportunidade para conhecer pessoas e lugares novos. Não conheço o Rio nem São Paulo e pessoas interessantes por lá nessa ocasião não haveriam de faltar. Bem, então só faltava dinheiro, certo? Errado... Faltou coragem para algo assim tão diferente, tão desafiador.

Radiohead está no meu computador, no meu Mp3, no meu MP7, em todos os CDs que gravo minhas músicas preferidas e em massa na pasta LYRICS onde salvo as que me encantam por algum motivo.

Era medo de merecer algo tão bom assim. Medo de me misturar com as pessoas que têm minha admiração. Medo de ousar ser uma parte insegura de mim. Medo de fazer parte de um mundo que não sei por que ainda não me parece ser meu também.

Tenho certeza que não é questão de merecimento. Merecia sim presentear-me com um dos shows de uma das minhas bandas preferidas, mas tenho certeza que não me sentiria à vontade por lá. Ainda que um show do Radiohead seja uma conferencia de creeps in rainbows eu seria a pior deles. Certamente.

sábado, 21 de março de 2009

Falo demais?

- Nossa! Tudo o que você fala vira uma conversa gigante, Lu. - É? Eu falo muito, né?! - Não. - ... Depois fiquei eu pensando com meus botões: será que isso é bom ou ruim? Hein?

sexta-feira, 20 de março de 2009

De mudança! Literalmente.

Back to Julie Andrews’ life as postagens infelizmente passarão a ser um resumo da semana, o que costumo chamar de sessão por ser exatamente o que fazia quando frequentava o consultório do psicoterapeuta.

Tenho pensado muito na possibilidade de voltar a fazer terapia. Talvez valha mais a pena agora. Ou não... Queria tanto me livrar do tormento de me sentir um ser tão estranho. Talvez o Thom esteja certo ao dizer que “Maybe we are the ET’s”. Assim eu me sinto no direito de parecer tão estranha quanto os olhos me veem.

Preciso descobrir muita coisa sobre mim. Estou convencida de que isso não é tarefa de um profissional desconhecido, mas sei também que ele pode ajudar se eu permitir. Gostaria, mas ainda não sei como permitir. Apesar de às vezes provocar isso, me irrita a condição de ser alvo de pena.

Bia, como é mesmo o nome daquela doença que faz com que a pessoa se sinta “perseguida”, mesmo? Voltei a ser o centro do mundo e da pior maneira possível. O foco dos erros, da auto-impaciência, da culpa, da briga entre casais, dos olhos atenciosos que insistem em me observar de maneira curiosa. De julgamentos! O centro de um sentimento que mistura pena a admiração que eu ainda não sei que nome ou forma tem.

De repente um monte de coisa começou a mudar e uma semana foi muito pouco para que eu pudesse me acostumar. A adorável quantidade de e-mail na minha caixa de entrada (e também de saída) tem amenizado o sofrimento de não ter tempo suficiente para dividir os pensamentos e sentimentos pessoalmente com alguém. Na verdade esse é o resumo da semana passada. A cada dia que passa torno-me ainda mais dependente da minha escrita e consequentemente carente de que as pessoas me leiam. Tento agilizar o livro, mas além da falta de tempo para escrever me falta coragem de encará-lo.

Tinha decidido que fazer novos e renovar os velhos amigos seria melhor do que continuar com a terapia, mas agora só falta o tempo me permitir ter meus amigos por perto. De fato o blog funciona como instrumento de ajuda. E só eu sei o quanto ajuda. Mas percebendo o meu mau humor com a falta de tempo para escrever percebi que bloguear não pode ser assim uma tarefa indispensável. A escrita não pode ser a minha única opção, o blog não pode ser o meu melhor amigo.

Sendo muito amigo, não é que o danado do blog foi um dos responsáveis por uma das grandes mudanças! Coisas intensas e com certo grau de dificuldade no fundo, no fundo me encantam! Encanta-me ainda mais o efeito, todo o efeito que me causam.

Mudanças acabam por me fazer bem. Mudei o anticoncepcional, algumas roupas, a frequência do salto alto, os cuidados com a pele, a escova de dentes, o shampoo, a foto do descanso de tela... Mudei, mudei, fui mudando e quando percebi tinha coisa mudada demais. Perdi o controle das minhas próprias mudanças. De repente, um monte de coisa tinha mudado sem eu pedir, sem eu deixar, sem eu desejar, sem que eu sequer percebesse.

Quer ver só?

O carro me deixou com a sensação de ser mais importante. E não só isso. Carro embeleza! Vê bem se eu ia ficar usando saia, decote ou salto alto pra ser espremida com um monte de coisa na mão dentro do 54? Maquiagem? Perfume? Era mesmo só um milagre para fazer durar até o final do dia. Agora dá até gosto passar aquele negócio na cara!

Falando sério, já percebi que além de mais dinheiro, dirigir todos os dias exige doses de responsabilidade e paciência extras. Exige também muito da minha coragem. É sempre melhor ter alguém por perto. A independência de ter um carro não é tão boa assim. No dia em que resolvi tomar coragem e tentar achar um caminho sozinha tive mesmo muito medo da tal independência. Pegar uma rua ou outra errada, gastar mais tempo por não conhecer os atalhos tudo bem... “A tudo a gente se habitua”, não é mesmo? O que nunca mais precisa acontecer é o excesso de medo. Não sei se por causa de neura de perseguição, mas neste mesmo dia pareceu-me que todos os carros de polícia estavam me seguindo. Eu mal me lembrava do “trauma” de policiais, mas eles resolveram estar tão mais próximos agora. Na padaria, no Castelo, na Catalão, na Faculdade, no Centro. Em todo lugar que vou tem alguém me “vigiando” com uma frequência récorde. Só de falar neles sinto o cheiro de coisa ruim acontecendo. Sensação de perigo ao ver sirenes ligadas. Alguém pode imaginar o tamanho do meu desespero entre um sinal fechado e um carro de polícia com aquelas luzes vermelhas piscando? Disso tudo o que é acaso e o que é caso ainda não sei. Mas se o senhor tempo me permitir com jeito eu descubro.

E por falar em responsabilidade o convite para trabalhar com a oficina de teatro do TFLA me fez ter a certeza de ser uma pessoa confiável e competente o suficiente. Isso também exige muito da minha coragem. Coragem para acreditar mais em mim como sendo um ser de “poder”. Sei bem que manter a ordem, corrigir a pronúncia e ensaiar a coreografia com troscentos meninos agitados não é nada fácil. Está lançado o desafio e eu espero não me decepcionar.

A prática de ter problemas e saber resolvê-los também me deixou orgulhosa. Meu irmão e eu voltamos a viver em harmonia longe de tantos estresses. Temos um ao outro para momentos difíceis e além de sorte, isso é lindo. Tenho aprendido a me preocupar menos e a resolver o que tem que ser resolvido com calma sim, mas com perseverança, convicção e sutil insistência. Sei que ainda vou aprender coisas demais com meu irmão, mas depois das últimas superações eu poderia dar-me por satisfeita.

Falando em satisfação... (No que diz respeito à edição, pode parecer exagero o uso da mesma estratégia para conectar os parágrafos, mas não por acaso as coisas insistem em acontecer assim: entrelaçadas. Motivo de nós cada vez maiores nas minhas idéias.) Bem, falando em satisfação essa eu mal consigo esconder. No último ano me entreguei às fantasias. Na falta de algo melhor a fazer, me permiti ser adolescente de novo. Inventei e desinventei paixões. Sonhei, abusei, ousei, arrisquei, me arrependi, mas por fim acabei me livrando da mesmice e da falta de opção. Eu tinha mesmo que brincar depois de ter percebido que sentimentos desta natureza poderiam causar grandes tragédias. Não estava (e ainda não está) na hora de eu pensar nisso. É melhor assim! No entanto o dois mil começou mesmo com cara de inove.

Não bastassem as mudanças que eu sempre me obrigo a fazer junto com os pedidos de réveillon, as coisas e as pessoas resolveram mudar comigo também. A companheira de trabalhos de Faculdade tem sido uma grande amiga. Os ti-ti-tis me deixam cada vez mais descontraída (o que faz toda a diferença às nove da noite para um ser como eu). Jamais imaginei que um homem a menos e dois a mais pudesse fazer tanta diferença na minha turma :) Bem... As mudanças e mistérios da Faculdade merecem uma postagem a parte.

O que também merecia uma postagem a parte não fosse o mistério que envolve o caso é o fato de um dos encantos inventados no último ano ter durado tanto. O que era um passa tempo dos meus miolos virou uma incômoda paixonite cercada de impossibilidades e possibilidades reais ou inventadas. Eu não sei! Sei que depois de três meses sem beber eu não poderia ter escolhido dia melhor! Ou será que poderia? Ah, agora foi!

De todas as mudanças sei que muitas são boas, outras nem tanto. Incomoda-me muito não saber o motivo de tudo quando tenho a certeza de que nada disso esta acontecendo por acaso. Eles voltaram a mexer comigo! Ele o amigo dele, o primo dele, o amigo do amigo dele que é meu amigo também e amigo do outro ele. Cada um de um jeito, mas todos mexendo muito comigo. Trazendo alívios e desconfortos. Tem ele demais na minha vida pra eu ficar decifrando. De um monte de ele resta eu. Eu, eu mesma e a mistura de mim.

Além dos eles tem eu que por só ser já sou confusão. Voltaram-me as noites mal dormidas e a porta já não dorme fechada todos os dias. O dia 18 ainda deixou vestígios e tem sido presente nos meus momentos comigo mesma.

Dama como nunca aos olhos de quem me vê, mas voltei a ser mais Lua quando deveria ser Ana. Tenho sido A demais... E sempre que isso acontece é motivo de alerta. Estou revivendo e redescobrindo medos. Tenho cá meus motivos para ter sempre um pé atrás, mas ainda há chance de acreditar. Não há?

Não sei se dessa vez a melhor opção é agir com ignorância. Tanta coisa acontecendo que eu nem consigo fingir que não é comigo. Mas será que é mesmo comigo? De onde surgiu essa LuAna dona de tantos olhares, elogios, admirações e responsabilidades? A LuAna do medo é também a da coragem. A LuAna observada também observa atenta. Planeja, calcula, espera, deseja e escuta. Tudo tão de repente, mas como se fosse um roteiro muito bem escrito por Alguém. Alguém que se esqueceu de colocar o ponto final.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Time? Time. Time!

If I Had Eyes

Jack Johnson

If I had eyes in the back of my head,

I would have told you that You looked good

As I walked away And if you could’ve tried to trust the hand that fed You would’ve never been hungry

But you never really be The more of this or less of this or is there any difference or are we just holding onto the things we don’t have anymore

Sometimes time doesn’t heal

No not at all Just stand still

While we fall In or out of love again I doubt I’m gonna win you back When you got eyes like that It won’t let me in Always looking out Lot of people spend their time just floating We were victims together but lonely You got hungry eyes that just can’t look forward Can’t give them enough but we just can’t start over Building with bent nails we’re falling but holding, I don’t wanna take up anymore of your time

Time, time, time Sometimes time doesn’t heal

No not all Just stand still

While we fall

In or out of love again

I doubt I’m gonna win you back When you got eyes like that It won’t let me in

Always lookin out Always lookin Always lookin out Always lookin out Always lookin out

Having no time to write makes me crazy. Time does not heal. Having time to write does.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Inefável.

"... acredito que seja inefável." - Disse ele no último e-mail.

Sorrindo eu busquei a palavra no dicionário que fica sempre ao lado do computador. Além de ter achado a palavra engraçada, tinha certeza de que era algo bom.

"Então eu sou inefável?!" - falei comigo mesma com mais um sorriso que mesclava alegria e surpresa ao descobrir o significado. Não esperava que uma palavra fosse fazer tanto sentido na minha vida. Aliás, eu não esperava disso tudo um monte de coisa. Um monte!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Dia de mulher!

Comemoração? Nenhuma. Tive um dia típico de mulherzinha. O bilhete no quadro de fotos já dizia:

DOMINGO 08/03/09

- pagar contas;

- comprar frutas;

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- extra song OH12;

- class LG1U7;

- review game OH7;

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- ler apostila e responder aos exercícios de Psicologia da Educação;

- ler o "Auto da Barca do Inferno" para a aula de Literatura Portuguesa;

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- lavar roupas;

- arrumar a casa;

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- depilar;

- fazer as unhas;

- fazer as sobrancelhas;

- lavar o cabelo.

Eu não esperava acordar quase ao meio dia neste domingo após dormir até as oito da noite no sábado anterior. Isto não estava nos meus planos. O tempo ficou curto demais. O churrasco com os amigos de pronto foi cancelado. Comecei eliminando as primeiras tarefas (parte administrativa), mesmo porque o dinheiro era insuficiente.

As tarefas profissionais do segundo bloco deixei para segunda-feira. A contra gosto acordei às seis da manhã para fazê-las.

A primeira das tarefas estudantis foi feita com sucesso. A segunda ficou para depois. Meu irmão estava ocupado demais com o computador, mas por sorte ele lavou as roupas e o banheiro. Ficou mais fácil o serviço doméstico. Pudera eu ter uma ajudinha em todas as áreas da minha vida!

Como sempre ficaram em último plano as tarefas pessoais. Será por quê?