segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Contando as horas e... Ninguém me vê!

Lágrimas e chuva

Kid Abelha

Composição: Leoni / Bruno Fortunato / George Israel


Eu perco o sono e choro

Sei que quase desespero

Mas não sei por quê

A noite é muito longa,

Eu sou capaz de certas coisas

Que eu não quis fazer.

Será que alguma coisa,

Nisso tudo, faz sentido?

A vida é sempre um risco,

Eu tenho medo.

Lágrimas e chuva

Molham o vidro da janela

Mas ninguém me vê

O mundo é muito injusto

Eu dou plantão nos meus problemas

Que eu quero esquecer

Será que existe alguém

Ou algum motivo importante

Que justifique a vida

Ou pelo menos este instante

Eu vou contando as horas

E fico ouvindo passos

Quem sabe o fim da história

De mil e uma noites

De suspense no meu quarto(1x)

Eu perco o sono e choro

Sei que quase desespero

Mas não sei por quê

(Não sei por quê)

A noite é muito longa

Eu sou capaz de certas coisas

Que eu não quis fazer

Quis fazer

Será que existe alguém no mundo?

Eu vou contando as horas

E fico ouvindo passos

Quem sabe o fim da história

De mil e uma noites de suspense no meu quarto

No meu quarto...


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Força!


"Força, Luana. Força!" - digo a mim mesma.



À amiga Karine, obrigada por existir e por ser, sem esforço algum, fonte de força. Por me acalmar e me fazer ver a vida com olhos positivos novamente. Não é sempre que funciona, mas com ela... Geralmente sim.





"A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida.


Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar,


uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação,


de onde se pudesse ver melhor todas as coisas:


com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer.


Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença.


Não importando nada."



Lya Luft


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

The Black Prince


"People who model their experiences on works that they admire are all too likely to be egocentric
lovers, seeking to cast the beloved into a scenario dreamed up inside their own fantasy."


The Black Prince introduction, by Martha C. Nussbaum.