domingo, 10 de janeiro de 2016

Não me entrego sem lutar!

Ontem, com o coração cheio de dúvida eu fiz uma oração pedindo por intuições e dicas que me guiassem e me ajudassem a tomar as melhores escolhas. Pouco depois escutei essa música e fiquei pensando nos erros que ainda cometo todas as vez que penso em me relacionar. Fato era que eu estava disposta a assumir as consequências. Eu que não sou escrava de ninguém. Sei o que devo defender. Sei das minhas vontades mais secretas e dos esforços a serem feitos. Por valor eu tenho e temo a teimosia que agora se desfaz. Reconheço o pesar da traição, mas pode ser bom. Acreditei em promessas e vivi tanta destruição. Eu que não me adapto a ser a princesa no castelo perdi a minha sela e a minha espada. Quase acreditei. Quase acreditei que não teria volta. Se existe verdade eu não sei, mas vou guardar o meu tesouro para caso esteja mentindo. Quiçá é a verdade o que me assombra e essa estupidez de não querer me apaixonar é o que me destrói. Inconstante, tenho os sentidos já dormentes. O corpo quer, a alma entende e o juízo não deixa. Eu não sou de metal, estou ferida, mas não me entrego sem lutar. Tenho, ainda, coração. Não aprendi a me render. Posso tentar mais uma vez porque tudo passa, tudo passará. É melhor não olhar pra trás. Outro mundo começa agora. Apenas começamos.

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